O deputado federal licenciado e chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União Brasil), manifestou favorável a postura do Congresso Nacional em derrubar o decreto do presidente Lula (PT) que aumenta o percentual do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A decisão do Congresso e do Governo Federal foram suspensas por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
Fabio contrapôs a versão de que a medida serviria para "tributar os ricos" e afirma que ela afetaria ainda mais os mais vulneráveis, a classe trabalhadora e os pequenos e médios empreendedores. Além disso, acredita que a nova fonte de receita seria para sustentar a máquina já "inchada" do governo.
"Se fosse um governo sério, teria virado essa bagunça? O problema não é falta de dinheiro. É como gastam: 38 ministérios, gastos ineficientes; e máquina pública inchada. E pra cobrir o rombo? Mais imposto pra cima de quem trabalha e empreende. Dizem que é para “tributar os ricos”. Mas quem paga é você — no pão, no remédio, no leite. O Congresso precisa resistir e proteger o trabalhador e o pequeno empreendedor", alegou.
Membros do governo defendem a tributação como instrumento para fazer "justiça social", pois os milionários e bilionários vivem de lucros e dividendos empresariais que não são tributados, e resistem às tentativas de reorganização fiscal do país. O tema colocou o presidente em rota de colisão com o Congresso, deixando a relação ainda mais desgastada, principalmente, por recorrer ao STF.
ELEIÇÕES 2026
PSB marca data de convenção para oficializar nome de Pedro Taques rumo ao senado federal
APERTANDO O CERCO
Ananias diz que PL cobrará fidelidade após convenções: não vai ficar um de fora na eleição
EMENDAS
Com nova emenda para abastecimento de água, Wilson Santos amplia histórico de ações em Poconé
PARTIDO PL
WF enquandra prefeitos do PL que flertam com Pivetta: existe fidelidade partidária no partido


