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Solto, empresário acusa policiais militares de ter armado prisão em Cuiabá

O empresário de Várzea Grande, Ezequiel Padilha de Souza Ferreira, detido no último sábado (1) acusado de tentar arremessar celulares para o interior da Penitenciária Central do Estado, divulgou em suas redes sociais um vídeo onde acusa a polícia de ter “armado” contra ele. Padilha é conhecido nas redes sociais por gravar vídeos ostentando dinheiro e itens de luxo.

No vídeo, Ezequiel afirma que tudo não passou de uma armação dos policiais e que o drone estava guardado. Segundo ele, os policiais pegaram os celulares dele e do amigo e colocaram dentro de um saco plástico para incriminá-los. “Quando o delegado me ouviu e viu que não tinha lógica, me liberou. Eu não fui preso, eu fiquei detido”, afirma. 

“Saiu uma matéria minha dizendo que eu estava com aparelho celular e drone para jogar na PCE e isso é tudo mentira. A polícia armou tudo isso aí por isso que abordou nós. Bateu no meu amigo. Eu fui ver porque ele foi agredido e eles começaram a bater em mim. Por causa do fato da tornozeleira, devem ter achado que eu sou um qualquer”, completa. 

Ainda de acordo com Padilha, ao ser reconhecido pelos policiais, eles decidiram não prosseguir com as agressões e o levaram para receber atendimento médico em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

O CASO

Ezequiel havia sido preso em flagrante no bairro Nova Esperança III durante patrulhamento da Polícia Militar pelas ruas do bairro. Segundo a PM, Ezequiel teria fugido da abordagem policial após descer de um carro e entrar em uma residência conhecida como ponto de venda de drogas na região.

Padilha foi localizado com o auxilio do monitoramento da tornozeleira eletrônica que indicou que ele estaria embaixo de uma árvore a duas quadras do local. O veículo em que o suspeito estava também foi revistado e foram encontrados um drone com controle, três aparelhos de celular e diversos equipamentos eletrônicos. O motorista do Polo, identificado como Geovane, foi detido por direção perigosa.

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