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Secretário de Educação acusa Lúdio e Sintep de propagarem fake news

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, acusou o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) e o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep) de propagarem mentiras sobre o fechamento de escolas em Várzea Grande e no estado. Na manhã desta segunda-feira (27), Alan afirmou que o que está acontecendo é apenas um redimensionamento de unidades escolares. 

Alan alega que o deputado espalha “fake news” à imprensa e aponta que vem trabalhando em conjunto com o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), para adequar o atendimento de quatro escolas.

“Mais uma fake news. A gente tem uma rede ociosa, só em Várzea Grande temos 80 salas ociosas. Estamos fazendo o redimensionamento das escolas da cidade. Não existe por parte do governo o fechamento de escolas. O que está acontecendo é que o sindicato, o Sintep de Várzea Grande, e o deputado Lúdio Cabral ficam mentindo descaradamente para população e aterrorizando a comunidade escolar. Isso nós não vamos aceitar” disse o secretário em entrevista à Rádio Capital.

O deputado convocou o secretário para dar explicações sobre os supostos fechamentos das escolas na Assembleia Legislativa, na última segunda-feira (20). Entretanto, Alan não compareceu à reunião. 

“Ele [Lúdio] fica falando que o Estado de Mato Grosso vai fechar 300 escolas, vai fechar escola em Várzea Grande, isso é uma fake news. O Estado não está fechando escola, o que nós estamos discutindo em conjunto com a Prefeitura de Várzea Grande é o redimensionamento de quatro escolas, a Demétrio de Souza, a Heráclito Monteiro, Manoel Correa de Almeida, e a Licínio Monteiro”, explica.

“Essas escolas serão de gestão municipal que irá aumentar o número de vagas da Educação Infantil que são crianças de 4 a 5 anos, e a educação do Ensino Fundamental do 1º ao 5º ano”, continua.

Devido à ausência do secretário na Casa de Leis, Lúdio apresentou um pedido à Mesa Diretora para que a Procuradoria da ALMT fosse acionada contra Alan, pois faltar uma convocação, sem justificativa adequada, configura crime de responsabilidade. O pedido foi aprovado e os documentos encaminhados à Procuradoria da Casa. 

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