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Pecuarista de Poconé fala sobre Estabilidade da picape nas estradas do Pantanal

O dia de trabalho do pecuarista Kleiton Cesar Vaz Guimarães, de 37 anos, tem hora para começar, mas não tem programação certa para o restante do tempo. Às 5h ele já está de pé, com café tomado e pronto para cuidar da propriedade na região de Poconé, município do sudoeste de Mato Grosso, distante 100 quilômetros de Cuiabá, capital do estado.

Antes que os primeiros raios de sol comecem a iluminar a sede da fazenda, Kleiton embarca em sua picape Amarok Highline e parte para a primeira atividade do dia – que pode ser ir para uma das propriedades conferir a saúde do rebanho de gado de corte, transportar ração, visitar fazendas próximas para adquirir bezerros ou ir até a capital comprar insumos.

Entre uma tarefa e outra, atravessa estradas de terra, trechos esburacados e rodovias bem pavimentadas. Nos três meses em que está com a picape, ele afirma que o veículo nunca o deixou no meio do caminho e superou os desafios com sobra. “Nas estradas de terra, chamou a minha atenção a estabilidade da Amarok. No asfalto, ela me dá o conforto de um carro de passeio”, diz.

Segundo o pecuarista, o pior que o veículo vai enfrentar está por vir. As propriedades de Kleiton fica numa área que faz parte do Pantanal. A partir de novembro começa a temporada de chuvas, e muitos lamaçais se formam na região.

“Alguns vizinhos que tinham essa picape me disseram o quanto ela enfrenta bem terrenos enlameados. Foi um dos argumentos que me fizeram escolher a Amarok”, afirma ele, que adquiriu o veículo há três meses.

Entre outros atributos, os vizinhos se referiam ao sistema RBS disponível na picape. Quando detecta condição de chuva, ele entra em ação para manter secos pastilhas e discos de freio. E não é necessária nenhuma ação do motorista. Quando o limpador de para-brisa começa a funcionar, o RBS já inicia seu trabalho.

Carga pesada
As cargas mais pesadas que o pecuarista coloca na caçamba são geralmente constituídas de rações e insumos. “Já cheguei a transportar mais de 600 quilos de sal para o gado.” Poderia ter carregado muito mais. A Amarok consegue levar até 1.105 kg em sua caçamba. Além disso, puxa um reboque com mais 2.800 kg de carga.

Com a picape carregada, Kleiton diz que teve de enfrentar subidas em piso de terra e trechos inóspitos. “Não precisei fazer nada. A picape é toda cheia de sensor, toda automática. Não tem botão pra apertar. Ela bloqueia tudo ou acelera automaticamente quando precisa.”

“A picape é toda cheia de sensor, toda automática.
Ela bloqueia tudo ou acelera automaticamente
quando precisa”, afirma Kleiton

Em momentos como esses, entram em ação dois assistentes que tornam seguro o enfrentamento de aclives e declives, mesmo em terrenos acidentados. Batizado de HSA, o assistente de subida controla o veículo para que, por exemplo, ele não dê aquela descidinha no tempo em que o motorista transita o pé entre o freio e o acelerador com a picape parada.

Já o controle de descida entra em operação nas rampas a partir de 9 graus de inclinação. Se o motorista estiver a até 30 km/h, pode tirar o pé do acelerador que o sistema HDC mantém a velocidade e se adapta ao terreno e às inclinações até o destino.

Esse destino é a sede da fazenda só no fim do dia, “das 6 da tarde pra frente”. Quando chega lá, Kleiton janta com a família, conta como foi o dia e planeja qual será o primeiro trajeto que fará na manhã seguinte, pontualmente às 5h.

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