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Netanyahu, premiê de Israel, é formalmente indiciado por atos de corrupção

O procurador-geral de Israel, Avichai Mandelblit, indiciou formalmente o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na terça-feira (28) em uma corte no distrito de Jerusalém.

Horas antes, Netanyahu havia retirado seu pedido de imunidade que tramitava no Legislativo. A expectativa era que os deputados fossem começar a discuti-lo na própria terça-feira (28).

Ele afirmou que decidiu que não deixaria o “jogo sujo” continuar em um texto publicado em uma rede social.

Os parlamentares provavelmente iriam rejeitar o pedido de imunidade, o que prejudicaria as chances de Netanyahu nas eleições que acontecerão no dia 2 de março.

Há três casos de corrupção nos quais Netanyahu é investigado. São eles:

Acusação por garantir favores a uma empresa de telecomunicações em troca de uma cobertura positiva sobre ele e a mulher, Sara, em um site que pertence ao ex-presidente da companhia.
Denúncia por receber presentes, como garrafas de champagne e charutos, de um produtor de Hollywood e de um bilionário australiano.
Imputação por ter recebido cobertura positiva em um jornal em troca de uma lei que impediria o crescimento de um concorrente.

Netanyahu estava nos Estados Unidos no momento do indiciamento para a apresentação do plano de paz do presidente Donald Trump.

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