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Le­onan e Renan cantam seus mai­ores su­cessos no LTV; Veja vídeo

Os ir­mãos contam que a paixão pela mú­sica teve início ainda na in­fância. “Desde os 6, 7 anos que a gente co­meçou a ter esse en­vol­vi­mento com mú­sica, com essa parte mais teó­rica, aí a gente co­meçou como uma brin­ca­deira, como dis­tração, e hoje le­vando como uma pro­fissão”, afirma Le­onan, lem­brando que sempre re­ce­beram apoio de seus pais.

Na­tu­rais de Po­coné-MT (104 km de Cuiabá), co­nhe­cida por re­velar di­versos ar­tistas mato-gros­senses, Le­onan con­si­dera que é uma grande res­pon­sa­bi­li­dade se des­tacar no ce­nário mu­sical da re­gião. “A gente vem na con­tramão, porque lá o que pre­do­mina é o lam­badão e a gente vem pelo ser­ta­nejo, mas não deixa também de estar de fora, já que a gente faz um pouco de tudo – um pouco da cul­tura [local] e um pouco da nossa parte [ser­ta­nejo]”, diz.

Ques­ti­o­nados sobre as suas prin­ci­pais re­fe­rên­cias, eles citam grandes nomes, como Chrys­tian & Ralf, e Zezé di Ca­margo & Lu­ciano, evi­den­ci­ando o gosto pelo ser­ta­nejo raíz. “Não des­me­re­cendo esse pes­soal da atu­a­li­dade, só que o pes­soal que can­tava an­ti­ga­mente can­tava mesmo de co­ração, tem letra, me­lodia, e aí a gente vai apren­dendo a gostar”, ar­gu­menta Renan.

Com agenda lo­tada, a dupla faz shows em di­versos lu­gares, desde bar­zi­nhos até eventos da Pre­fei­tura. Em 2009 che­garam a par­ti­cipar de um con­curso de Show de Ta­lentos na sua ci­dade natal, e ga­nharam o pri­meiro lugar.

De­di­cados, eles fazem questão de compor mú­sicas pró­prias, e so­nham em ter o re­co­nhe­ci­mento do grande pú­blico. “Ter um es­paço entre os mai­ores e que a gente possa de­sen­volver nosso tra­balho com a maior per­feição e amor, e que isso possa ser re­co­nhe­cido e trans­mi­tido”, al­meja Le­onan.

Ini­ci­antes nas redes so­ciais, eles contam que co­me­çaram a in­vestir em pá­ginas na in­ternet para agradar os fãs, e hoje já pos­suem até canal no You Tube. “No co­meço foi mais como uma dis­tração, uma brin­ca­deira, mas como a ga­lera foi gos­tando e in­cen­ti­vando, a gente co­meçou a tra­ba­lhar mais forte nisso”, diz Le­onan.

Con­fira a en­tre­vista com­pleta no vídeo:

 

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