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Ex-prefeita Meire Adauto cita opositores e injustiça em auditoria realizada no TCE

A ex-prefeita de Poconé Meire Adauto assegura estar sendo injustiçada numa decisão do TCE e, por consequência, vítima de maldade, oportunismo e interesse eleitoreiro de algumas pessoas, que passaram a espalhar mentiras para denegrir imagem e atingir a sua honra.

Uma auditoria do TCE apontou desordem na gestão financeira entre janeiro de 2015 e julho de 2016, quando Meire foi prefeita. Uma das falhas foi o pagamento de salário ao servidor Antonio Mendes Moraes, mesmo após o seu falecimento.

Por causa desse e de outros processos, Meire foi condenada a ressarcir R$ 89 mil ao erário, assim como o ex-secretário de Finanças Mauro Pereira. Acontece que todo dinheiro depositado na conta do falecido (R$ 9,9 mil) nem chegou a ser sacado e foi devolvido ao erário. Em verdade, a família não fez o comunicado e nem apresentou atestado de óbito ao RH da prefeitura, que, inadvertidamente, prosseguiu nos pagamentos mensais.

Meire enfatiza que o extrato, comprovando o retorno do dinheiro ao caixa, ou seja, atestando que não houve má fé, será apresentado ao TCE para sanar a irregularidade.

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