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Capitão, garçom e falante, Neymar cumpre plano de Tite e se abre mais na seleção brasileira

Quando anunciou, no mês passado, que Neymar estava efetivado como capitão da Seleção, Tite disse, entre outras coisas, que seria bom para o atacante se expor mais publicamente. Falar mais, externar opiniões e deixar que as pessoas o conhecessem melhor.

Não que sua relação com jornalistas e público seja de total intimidade, mas o atacante sai desta data Fifa na condição de porta-voz do grupo, bem diferente de quando passou a Copa do Mundo praticamente toda em silêncio.

Depois das vitórias sobre Arábia Saudita e Argentina, Neymar parou no que se chama de zona mista, um corredor que liga o vestiário ao ônibus da equipe, onde eles são entrevistados por jornalistas. Em ambas, o camisa 10 foi o último jogador a sair. Sem pressa, sem encurtar respostas e sem fugas, traços que ele costumava adotar para se livrar dessa “obrigação”.

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