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10/01/2018 às 23:08:35 Enviar Imprimir
Ministério Certifica Fazenda Carretão como Comunidade Quilombola em Poconé
O documento de autentifica-cão como remanescentes quilombolas foi homologado no dia 25 de outubro de 2017, em Brasília - DF, os herdeiros da Fazenda Carretão no município de Poconé MT, provaram através de documentos, fotos e ate mesmo a existência de cemitério na comunidade aos órgãos públicos federais que são de fato remanescentes.

Marcelino Pereira da Silva ‘’olha, após o reconhecimento de certificação da Comunidade Quilombolas Carretão, uma equipe do INCRA já estive aqui e iniciaram o levantamento de toda aria, e após este levantamento a paz voltara a reinar em nossa comunidade, assim podemos plantar colher e criar nosso filho’’ frisou Silva.

Uma Placa de identificação foi colocada na entrada da terra pertencente como relata documentação do Ministério da Cultura, Comunidade Quilombolas Carretão. Para  Dona Silvina Gonçalves da Silva, a certificação foi muito importante para todas as pessoas da minha família, meus antepassados viveu no local há mais de 200 anos. "Tem gente enterrada no cemitério deles desde 1800, bisavô, o avô", eu nasci aqui afirma Silvina,

São setes herdeiros além de filhos e netos que tem o direito de morar planta arroz, feijão, milho, banana e ter criação de animais para complementar da renda familiar, como vacas leiteiras, porcos, galinhas, plantio de legumes, frutas e hortaliças e outros.

A Fundação Cultural Palmares (FCP), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), certificou, em 2017, 133 comunidades remanescentes de quilombos. A certificação busca reconhecer origens e ampliar direitos, tornando amplo o acesso dessas comunidades a políticas públicas. Nos últimos 12 anos, mais de 2,5 mil comunidades foram certificadas.

A certificação permite às famílias quilombolas receber a titulação do território, participar do Minha Casa, Minha Vida e do Programa Brasil Quilombola e habilitar-se para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), entre outros programas públicos.

Durante o processo de reconhecimento, uma equipe de técnicos da Fundação Palmares, composta por antropólogos e historiadores, analisa a comunidade que se autodeclara quilombola. Após essa etapa, é emitido um parecer favorável ou não à certificação da terra. O laudo da Palmares é somado à avaliação feita pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), responsável pela titulação das terras.
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