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Taques lidera índice de rejeição entre eleitores pela segunda vez

Uma pesquisa sobre as intenções de voto para as Eleições 2018, em Mato Grosso, foi divulgada pela Segmenta Dados e Pesquisas, nesse domingo (8). Foram ouvidas 2.048 pessoas em 75 municípios do estado, destas 41,19% disseram que não votariam no governador Pedro Taques (PSDB), que disputa a reeleição. Caso as eleições fossem hoje, o empresário Mauro Mendes (DEM) seria eleito como governador do estado. 

De acordo com a empresa responsável pela aplicação dos questionários, a margem de erro da pesquisa é de 3% para mais ou para menos. 

Também para o cargo de governador de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PR) aparece em terceiro lugar, com 12,5% das intenções de voto. Em seguida, com 5,22% está o procurador Mauro (PSOL). 

Com relação aos indecisos, a pesquisa aponta que 33,09% ainda não sabe em quem votar. Já brancos e nulos foram escolhidos por 8,31% dos entrevistados. 

 

Vagas no Senado Federal

A pesquisa também aplicou questionários sobre as eleições para as vagas do Senado Federal. De acordo com os dados, o ex-governador Jayme Campos (DEM) é eleito com 25,75% dos votos. Em segundo lugar está a ex-juíza Selma Arruda (PSL), escolhida por 13,69% dos entrevistados. 

O deputado Federal Nilson Leitão (PSDB) aparece em terceiro lugar com 11,02% dos votos, seguido por Carlos Fávaro (PSD), com 6,24% e o deputado federal Adilton Sachetti (PRB) com 5,97%.

O senador José Medeiros (Podemos), aparece com 5,11% das intenções de voto, seguido por Maria Lúcia (PCDOB), com 2% e Margareth Buzetti (PP), com 0,23%. Os que votariam branco ou nulo são 8,22% e os não decidiram são 21,77%.

Como segunda opção de votos, Selma Arruda (PSL) lidera com 17,94%, seguida por Jayme Campos (DEM) com 14,77% e Leitão (PSDB) com 12,02%. 

Já Fávaro (PSD) foi indicado por 9,58%, seguido por Medeiros (Podemos) com 7,66%, Sachetti (PRB) com 4,95%, Maria Lucia Cavalli (PCdoB) com 2,68% e Buzetti (PP) com 0,41 das intenções de voto.

Brancos e nulos são 8,36% e 21,63% dos entrevistados ainda não têm segunda opção.

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