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Mulher que acusa Ronaldinho diz: Me arrependo de não ter chamado a polícia

Priscila Coelho, ex-mulher de Ronaldinho Gaúcho que o acusa de agressão, revelou os motivos que a levaram a processar o craque. Em entrevista ao blog "Universa", "UOL", ela voltou a afirmar que o jogador foi violento e disse ter se arrependido de não ter tomado uma atitude assim que o caso aconteceu.

"Me arrependo amargamente de não ter chamado a polícia. Durante uma briga, ele me empurrou com força e eu caí no jardim do vizinho. Tinha espinhos na grama e eu me machuquei bastante. Passei duas horas ali, chorando, sem acreditar no que tinha acontecido. Não denunciei porque pensei que pudéssemos conversar e nos resolver; afinal, foram seis anos juntos. Mas me enganei", revelou Priscila.

Segundo a ex-namorada do craque, a briga ocorreu em uma festa realizada na casa dele.

"Uma ex-namorada dele ligou duas vezes. Na segunda vez, o celular dele estava comigo. Eu entreguei o aparelho ao Ronaldo e disse: 'É ela, de novo'. Ele ficou bravo e falou que ex-namoradas poderiam ligar a hora que quisessem e que se eu estivesse insatisfeita, deveria pegar minhas coisas e ir embora. Falei que ele não tinha me achado no lixo e que não tinha direito de me tratar assim", afirmou.

Priscila ainda revelou mais detalhes da suposta agressão.

"Ele me pegou pelo braço e disse que me ajudaria a arrumar minhas coisas para que eu saísse. Pedi pra conversar, mas ele entrou no carro pra sair de casa. Fui atrás, e ele me empurrou com força. Passei três dias sem comer, trancada no quarto, tentando falar com ele".
Priscila e Ronaldinho tiveram um relacionamento entre 2012 e 2018. Eles formaram um trisal ao lado de Beatriz, segunda esposa do atleta.

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