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Cidade de Várzea Grande prevê investimentos de R$ 500 milhões

As principais reivindicações dos moradores de Várzea Grande estão relacionadas a água, esgoto sanitário e pavimentação de ruas e avenidas. São diversas as reclamações em relação ao abastecimento de água, à falta de saneamento básico e à falta de asfalto em vários bairros da segunda maior cidade do Estado. Segundo a prefeitura de Várzea Grande, até o final de 2020, serão investidos mais de R$ 500 milhões em obras nestes setores considerados essenciais também pela administração municipal.

“Nossa meta estabelecida e a ser cumprida é superar os 98% de água potável, pelo menos 75% de esgoto coletado e tratado e 200 quilômetros, sendo 100 de novas ruas e avenidas e 100 de recapeamento ou revitalização da atual malha asfáltica existente”, destaca a prefeita Lucimar Sacre de Campos.

Além de recursos próprios da arrecadação municipal, recursos de emendas parlamentares estadual e federal, e empréstimos complementam os recursos necessários juntamente com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que realiza outros R$ 300 milhões em obras de infraestrutura de água e esgoto sanitário.

A prefeita afirma que há um planejamento em execução que, após concluído, fará de Várzea Grande uma cidade melhor para se viver, com imóveis mais valorizados e sua população com mais qualidade de vida. Ela lembra que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), para cada R$ 1 aplicado em obras de saneamento básico, como água e esgoto, e mais o pavimento asfáltico, representa R$ 9 de economia nos recursos destinados à saúde pública.

Recentemente, a prefeita de Várzea Grande assinou um empréstimo na ordem de R$ 20 milhões junto ao Banco do Brasil que será todo destinado para as obras de pavimentação asfáltica, pois os recursos do PAC já estão assegurados junto ao Ministério da Cidades e dependem apenas de execução físico e financeira, ou seja, quanto mais rápida foram as execuções das obras de água e esgoto, mais liberações acontecem.

O valor total do PAC é de R$ 500 milhões, mas eles só são liberados na medida em que as obras são executadas, lembrando a prefeita que estes recursos estavam perdidos por falta de capacidade de endividamento do Tesouro Municipal, condição que foi revertida quando assumiu a administração municipal em maio de 2015 e conseguiu recuperar as finanças municipais e, principalmente, as certidões negativas de débitos que são essenciais para que o município possa contratar novos empréstimos por ter se tornado adimplente com suas obrigações. 

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